Tempo
Sagrado remédio, implacável inimigo
Tempo que cura, tempo que urge
Limpando as feridas, enterrando desgraças
Trazendo saudades do que foi e jamais mudará
Sentimentos que se alteram
Amizades se fortalecem, amores se acabam
Paixões explodem, a raiva não resiste
E o Tempo persiste
Arranca do nosso íntimo
Aquilo que juramos não esquecer
Mas não alcança o coração
Que guarda aquilo que jamais irá perecer
Rouba-nos amores, nos traz sofrimento
Remonta paisagens e melhores momentos
Vivemos de um constante Déjà vu
Queremos mais tempo
É aquilo que nos afaga e que nos destrói
Tanto nos sorrisos que expomos, quanto na dor que nos remói
Que leva os mais queridos e consome nossa juventude
Que nos traz novos amores e nos concede plenitude
É o tempo inabalável, incontrolável, irreversível
Que nos ensina que nos condena
Que passa ligeiro e à surdina
Controlando nossas vidas sem ao menos se tocar
Simplesmente passa!
Tempo que cura, tempo que urge
Limpando as feridas, enterrando desgraças
Trazendo saudades do que foi e jamais mudará
Sentimentos que se alteram
Amizades se fortalecem, amores se acabam
Paixões explodem, a raiva não resiste
E o Tempo persiste
Arranca do nosso íntimo
Aquilo que juramos não esquecer
Mas não alcança o coração
Que guarda aquilo que jamais irá perecer
Rouba-nos amores, nos traz sofrimento
Remonta paisagens e melhores momentos
Vivemos de um constante Déjà vu
Queremos mais tempo
É aquilo que nos afaga e que nos destrói
Tanto nos sorrisos que expomos, quanto na dor que nos remói
Que leva os mais queridos e consome nossa juventude
Que nos traz novos amores e nos concede plenitude
É o tempo inabalável, incontrolável, irreversível
Que nos ensina que nos condena
Que passa ligeiro e à surdina
Controlando nossas vidas sem ao menos se tocar
Simplesmente passa!

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