terça-feira, 25 de dezembro de 2007

FELIZ NATAL!

No norte noites frias e brancas
No sul quentes e úmidas
porém nem o suor nem as cobertas
Afastam essa mágica fantástica

Noite de estrelas a piscar
Corações cheios de alegria
Muitos sorrisos a brilhar
Um mundo de maravilhas

No horizonte o deslumbrante
No céu luzes descontroladas
Na rua duendes cantantes
Pessoas sentindo-se amadas

Ah época bela de alegria sem explicação
Abraços sem razão e palavras do coração
Incrivel nesse mundo conturbado
Uma pausa no strees diario!

Só mesmo a vontade de sorrir
e o prazer de ver alguém feliz
Pra nos fazer sempre repetir
FELIZ NATAL por um natal feliz!

domingo, 9 de dezembro de 2007

Vício

As auroras não me enganam mais
Nem a voluptuosidade do arco-íris
Nada me encantará jamais
Só sua pele a me tocar!

Os raios de sol reverenciam
A inocencia desse sorriso de criança
Os seus belos olhos brilham
Como se cavalgassem a esperança

O seu beijo, seu abraço, sua luz
Nunca, jamais me deixará
É o transcedental que me conduz
À inexplicáveis desejos experimentar

Minha vida é sua
Podes brincar
Que vontade maluca
Me sinto a voar!

Deslumbrante paraíso de estrelas foscas
Foscas pois você me ilumina forte
Sou sua lua sem graça, sem luz e oca
E você o sol que me deixa prateado e apaixonante

Os tempos mais memoráveis não contemplaram
Aquilo que meu coração viu na primeira vez
Vi dentro de você, na sua alma, na sua encenação
Vi um mundo cheio de paixão e emoção

Ah desejo que ferve como lava
Que se sustenta no pilar da harmonia
Que se esvai e renasce a cada sinfonia
Da intensidade de sua voz macia!

Adoro esse calor essa agitação
O insaciável que te dá prazer
A lamúria de uma personificação
Que então me faz viver!

Mas agora cala-te
É minha vez de falar
Olha pra mim e só direi uma vez
Saibas que meu vício é amar-te!!!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Mulheres da Minha Vida - Parte 2

Delicada como uma flor
Mas fervorosa como um leão
Vive sempre o explendor
Mãe, eterna no meu coração

Antonieta doce mais doce não há
Como o carinho e amor que nos dá
Menina mulher com mãos de fada
Não há no mundo beleza mais clara!

Maravilha do mundo existente
Eterna rainha de minha vida
Sua presença me mantém contente
Amélia minha preciosa maravilha

Três corações que batem exuberantes
Transformam o mundo em utopia realizada
Nem mesmo a natureza estonteante
Superaria essa nostalgia de Vênus reencarnada!

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Mulheres da Minha Vida [1]

Esplendorosa balbúrdia
Ânsia de alegria inabalável
Inquieta loucura
Daniele inesgotável

Rachel não me controlo
Quando vejo-a disparo
Saudades quebram meu solo
Trazem os risos inacabados

Pros outros certinha e educada
Pra mim menina de garra
Linda de morrer
Carol sempre vai ser

Luciana Fiel
Mais forte do que parece
Mas doce como o mel
Será tudo que merece!

Importante há de ser
Por você posso morrer
Minha linda adrenalina
Minha menina Livia!

domingo, 23 de setembro de 2007

Hipocrisia da vida!

Quando abro os olhos
meu corpo sorri
meu mundo gira
e volto a dormir


Se exploro meu tato
tudo arrepia
macio ou aspero
tensão e magia


Com a boca assopro
sinto um beijo
me entrego logo
ao doce gracejo


Ao cheirar
aflora o instinto
quero agarrar
e dizer o que sinto


Mas no fim
nada dá certo
sinto em mim
um vazio eterno!

domingo, 9 de setembro de 2007

O Pierrot e eu!

O que conta o Pierrot
nem o vento escutará
de brilhantismo e otimismo
tudo se preencherá

Vertigem de cores
olhares atentos
um uivo no ar
um breve acalento

A voz do Pierrot
nos traz sofreguidão
choramos e sorrimos
nos mostra o coração

Mundo imaginário
de fadas a voar
de elfos pensativos
e duendes a lutar

Nos conte Pierrot
como o mundo se criou
e o que você diria
Pra quem o admirou

Na rapidez de um piscar
O Pierrot lá não mais está
só o seu brilho e alegria
que quis em mim guardar!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Cansei!

Que merda!
Não aguento mais,
Me libertem!
Me liberem
Preciso de ar
Luz e calmaria
De algo especial
Inerente à vida
Quero chuva com sol
Mar sem corrente
Sorriso com choro
Um breve socorro
Me dê vontade
Me dê colírio
Me faz enxergar
E esquecer o destino
Mágia há de mostrar
A loucura na alma
A certeza promíscua
Que vai me englobar
Me dê paixões
Romances
Canções
E poesias
Aquilo que vai
E o que volta
Mas quer saber
Apenas me Solta!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Epitáfio Solene

Sabes que eu sumi
Mas continuas a gritar
Sabes que fugi
E que não quero mais voltar

Chora incontrolável e insana
Eu sorrindo que nem criança
A vida luz me mostra
No escuro você se afoga

Entenda o viver de uma imensidão
Grite mas escute
Chore sem lagrimas pelo chão
Viva sem medo do coração

A pintura prevista
Já não temo mais
Vivo e salto alegre
Por mais que a vida seja breve!

domingo, 26 de agosto de 2007

Palavras de um tempo

Chorar rir sentir viver
Isso é o que eu quero
Mas tenho que lutar
Tenho que lembrar

Que explodam as histórias de amor
Que se apaguem os ilustres heróis
Desapareçam as esperanças
E morram as grandezas do mundo

Eu quero me entregar
Fugir e continuar no mesmo lugar
Sentir nas veias a energia do sol
E nos olhos a imensidão do infinito

De que valem as histórias
De que valem os heróis
Se o que nos é dado é jogado fora
Não é atoa que eles morrem cedo

Viver sem perceber
Olhar sem ver
Amar sem sentir
Essa é a nossa maldição!

sexta-feira, 23 de março de 2007

Inicio Meio Fim Ou não

Surpresa, tesão, tensão
tudo começa assim
excitação, confusão
parece que não terá fim

Então o novo é corriqueiro
a vida uma mesmice
o tesão sumiu
a surpresa rebelou-se

Passa tempo, tempo passa
Passa sem acabar
As mesmices agradam
irritam, enlouquecem

Abruptamente o fim se aproxima
então a saudade bate
o tesão volta
Não há vontade de largar

E tudo que foi construido? lixo?
o mundo que foi criado? fantasia?
o fim chegou como uma bomba
que desintegra as vontades

Mas por mais poderosa que seja
nunca apagará você
Por isso não terá fim
manterei você dentro de mim!

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Felicidade=malukice

Ah caos citadino
vendaval de variedades
mistura de sotaques
ai que saudade

Rio, Sao Paulo, Nova York
Centros de explosao
stress diario, tudo tumultuado

Ah como eh bom
olhar pro lado e rir da vida
cidade pacata pra que?
quero disturbio

Nao quero vida sem graca
cidade sem zona
cidade parada

ah como eu quero
uma vida
aloprada!